por Viegas Fernandes da Costa
Seus pés, virados, atrofiados, tocam o chão; mas seus dedos, apontados para o alto, almejam o infinito.
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Do que falam as lápides dos velhos cemitérios, aqueles, esquecidos em meio aos bosques, às margens de ancestrais ribeirões? Que segredos dormem guardados no silêncio dos seus corredores estreitos?
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Porque cultivo este silêncio, não significa que perdi a palavra.
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